MARIA MARTINS
EM POUCAS PALAVRAS......
http://youtu.be/DMa6Whckm2Y
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
GRANDE ARTISTA BRASILEIRA
MARIA MARTINS.........
MARIA MARTINS.........
Maria Martins
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Maria de Lourdes Alves Martins - ou Maria Martins - (Campanha, 7 de agosto de 1894 — Rio de Janeiro, 28 de março de 1973) foi umaescultora, desenhista, gravurista, pintora, escritora e musicista brasileira.
[editar]Vida e obra
Nasceu em Campanha, a 7 de agosto de 1894, às 10h00, filha de João Luís Alves, Senador, Ministro da Justiça da Velha República e membro da Academia Brasileira de Letras, e Fernandina de Faria Alves, sendo avós paternos João Luís Alves e Bárbara Luísa Barbosa Alves e avós maternos Fernando Antônio de Faria e Maria Vitória Pereira de Faria tendo sido declarante o Pai e testemunha Dr. Euclides da Cunha e Otávio Barbosa Carneiro. [1]
Casou-se, a primeira vez com o jurista e historiador Otávio Tarquínio de Sousa, de quem se separou, casando a segunda vez com o diplomataCarlos Martins Pereira e Sousa, gaúcho que era colega de infância de Getúlio Vargas - de quem a artista se tornaria amiga - e que, tal qual ela, gostava de festas e da vida mundana. Carlos Martins foi embaixador do Brasil, no período anterior e posterior à Segunda Guerra Mundial, tendo servido no Japão e também na Europa. Carlos e Maria tinham uma relação aberta, um tendo conhecimento de casos do outro. Mas também tinham uma solidariedade completa e se ajudaram muito em seus objetivos.
Inicialmente, interessou-se pela música. Depois, estudou pintura em Paris; mas, aos trinta anos, se interessou pela escultura. Ainda naFrança, começou a trabalhar a madeira e, no Japão, aprendeu a modelar terracota, mármore e cera perdida. Em 1939, realizou estudos deescultura com Oscar Jesper, em Bruxelas, passando a utilizar o bronze, que tornou, daí em diante, a ser o principal suporte à sua obra. NoBrasil, sua presença maior se deu na Bienal de São Paulo, da qual participou desde o primeiro evento, em 1951. Na Bienal de 1955, chegou o reconhecimento, ao ser premiada com o título de melhor escultor nacional, com a obra om “A soma dos nossos dias”. Contudo, foi no exterior que se destacou. Em 1941 teve sua primeira mostra, em Washington, e, no mesmo ano, expôs em Paris e no Rio de Janeiro. Fixou seu ateliê em Nova Iorque e foi destaque na Corcoran Gallery of Art, em Washington, sendo que um dos trabalhos expostos foi adquirido pelo Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Estava aberto o caminho. Nomes influentes passaram a se interessar por ela e, em breve, suas esculturas começaram a fazer parte do acervo de importantes colecionadores, como Max Jimenez, da Costa Rica, Federico Cantu, do México e Mário Carreño, de Cuba. Em 1968, numa entrevista dada a Clarice Lispector, declarou: "Um dia me deu vontade de talhar madeira e saiu um objeto que eu amei. E depois desse dia me entreguei de corpo e alma à escultura. Primeiro, em terracota, depois mármore, depois cera perdida que não tem limitações". Suas esculturas apresentam formas orgânicas, contorcidas, sensuais, que evocam culturas arcaicas, inspiradas em lendas e na natureza amazônica, com o que atraíram a atenção de surrealistas como André Breton, o autor do Manifesto surrealista, que escreve apresentação de exposição e convida a mineira a integrar-se ao grupo, Max Ernest, Roberto Matta, Yves Tanguy, Chagall, entre outros. Marcel Duchamp lhe dedicou duas obras, como testemunho do impacto da beleza e da sensibilidade vibrante da artista. Artista influenciada pelo surrealismo, as suas obras foram reconhecidas internacionalmente, possuindo obras na seção de Arte Moderna do Museu de Arte da Filadélfia e também no Museu Metropolitano de Nova Iorque (MoMa), Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Paço das Artes da USP; também encontram-se trabalhos no Rio de Janeiro, Palácio do Planalto em Brasília e ainda em países como a França e aBélgica.[carece de fontes].
Foi amante do pintor e escultor franco-estadunidense Marcel Duchamp e de Benito Mussolini, amiga de Picasso e Mondrian, entrevistou Mao Tsé Tung e fez, no início do século XX, coisas que eram impensáveis para uma mulher.
Inicialmente, interessou-se pela música. Depois, estudou pintura em Paris; mas, aos trinta anos, se interessou pela escultura. Ainda naFrança, começou a trabalhar a madeira e, no Japão, aprendeu a modelar terracota, mármore e cera perdida. Em 1939, realizou estudos deescultura com Oscar Jesper, em Bruxelas, passando a utilizar o bronze, que tornou, daí em diante, a ser o principal suporte à sua obra. NoBrasil, sua presença maior se deu na Bienal de São Paulo, da qual participou desde o primeiro evento, em 1951. Na Bienal de 1955, chegou o reconhecimento, ao ser premiada com o título de melhor escultor nacional, com a obra om “A soma dos nossos dias”. Contudo, foi no exterior que se destacou. Em 1941 teve sua primeira mostra, em Washington, e, no mesmo ano, expôs em Paris e no Rio de Janeiro. Fixou seu ateliê em Nova Iorque e foi destaque na Corcoran Gallery of Art, em Washington, sendo que um dos trabalhos expostos foi adquirido pelo Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Estava aberto o caminho. Nomes influentes passaram a se interessar por ela e, em breve, suas esculturas começaram a fazer parte do acervo de importantes colecionadores, como Max Jimenez, da Costa Rica, Federico Cantu, do México e Mário Carreño, de Cuba. Em 1968, numa entrevista dada a Clarice Lispector, declarou: "Um dia me deu vontade de talhar madeira e saiu um objeto que eu amei. E depois desse dia me entreguei de corpo e alma à escultura. Primeiro, em terracota, depois mármore, depois cera perdida que não tem limitações". Suas esculturas apresentam formas orgânicas, contorcidas, sensuais, que evocam culturas arcaicas, inspiradas em lendas e na natureza amazônica, com o que atraíram a atenção de surrealistas como André Breton, o autor do Manifesto surrealista, que escreve apresentação de exposição e convida a mineira a integrar-se ao grupo, Max Ernest, Roberto Matta, Yves Tanguy, Chagall, entre outros. Marcel Duchamp lhe dedicou duas obras, como testemunho do impacto da beleza e da sensibilidade vibrante da artista. Artista influenciada pelo surrealismo, as suas obras foram reconhecidas internacionalmente, possuindo obras na seção de Arte Moderna do Museu de Arte da Filadélfia e também no Museu Metropolitano de Nova Iorque (MoMa), Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Paço das Artes da USP; também encontram-se trabalhos no Rio de Janeiro, Palácio do Planalto em Brasília e ainda em países como a França e aBélgica.[carece de fontes].
Foi amante do pintor e escultor franco-estadunidense Marcel Duchamp e de Benito Mussolini, amiga de Picasso e Mondrian, entrevistou Mao Tsé Tung e fez, no início do século XX, coisas que eram impensáveis para uma mulher.
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Referências
- ↑ Livro nº 02, nº 44, a folha 20v, do Registro de Nascimentos - Cartório de Registro Civil de Giovana Vianna Arantes Reis Fonseca, na Campanha/MG.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
MAIS UMA OBRA.........

Femme Maison 1994 White marble Private collection © Louise Bourgeois Photo: Christopher Burke
domingo, 23 de outubro de 2011
MAIS UMA ESCULTORA
Colleen MADAMOMBE, 1964 -Nascida em 1964, Colleen Madamombe detém um papel de inspiração no movimento de escultura devido ao facto de ser uma das poucas mulheres escultoras no Zimbabué e considerada frequentemente mais importante.
Os temas presentes no trabalho de Colleen Madamombe estão profundamente enraízados no "papel" tradicional das mulheres na sociedade Shona. As suas imagens poderosas, a energia e o movimento, o contraste da pedra bruta com a pedra finamente polida tornam a escultura de Madamombe extremamente dinâmica. Ela representa a voz de uma nova geração de mulheres Zimbabueanas.
Colleen A..............
Colleen MADAMOMBE, 1964 -Nascida em 1964, Colleen Madamombe detém um papel de inspiração no movimento de escultura devido ao facto de ser uma das poucas mulheres escultoras no Zimbabué e considerada frequentemente mais importante.
O seu trabalho adiciona uma nova dimensão à complexidade da escultura em pedra no Zimbabué pelo compromisso e fidelidade a um tema. Madamombe utiliza as suas capacidades artísticas e técnicas para realçar as características das mulheres Shona, bem como para chamar a atenção para as desigualdades que afectam as suas vidas.
Os temas presentes no trabalho de Colleen Madamombe estão profundamente enraízados no "papel" tradicional das mulheres na sociedade Shona. As suas imagens poderosas, a energia e o movimento, o contraste da pedra bruta com a pedra finamente polida tornam a escultura de Madamombe extremamente dinâmica. Ela representa a voz de uma nova geração de mulheres Zimbabueanas.
Colleen afirma, ' A actividade das mulheres inspira-me. Trabalho para o mostrar na minha escultura. Em obras recentes utilizo áreas não polidas mas trabalhadas de forma a acentuar o movimento - a textura segue a forma do corpo. Isto contrasta com as formas polidas da cabeça e das mãos'
extraído de : "Life in Stone, Zimbabwean Sculpture", Olivier Sultan, 1994
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Leiam e observem a imagem..... pela lente do olhar......enxerguem...
O “cachorro de sol” é um fenômeno que forma um círculo de arco-íris completo ao redor do sol e possui algumas luzes brancas, apontando nas quatro direções. Esse nome foi dado pelos nativos americanos e adotado pelos cientistas do mundo inteiro. Esse acontecimento fará com que muitos de nós retomemos a caminhada a partir da lembrança de nossa missão para esse tempo. Estamos apren...dendo a desenvolver nossos dons e procurando nossa família espiritual, porque ficamos conscientes que a união e o amor são o caminho. Então não devemos nos preocupar se percebemos uma pessoa desconhecida com muito amor e empatia, como se fosse íntimo; se notarmos que alguns animais vão chegar bem pertinho; se nossos “sonhos” parecerem realidade. Pode ser que estejamos mais atentos e percebamos os sinais que estão sendo enviados para nossa mudança
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